Uma visão do trade marketing sobre o Black Friday

Criado em 28 de novembro min(s) de leitura

Última atualização em: 24 de janeiro de 2023, às 7:47 pm

A Black Friday não é novidade para o público. A sexta-feira mágica para as vendas virou até alvo de fraudes, mas o consumidor está mais atento. Ele pesquisa valores, faz comparações de um mesmo produto em lojas diferentes e entende o que vale e o que não vale.

E você, prepara-se para essa oportunidade? Mais do que nunca, é preciso ter estratégia.

Do lado dos varejistas, a prática não se difundiu apenas nas lojas físicas. Aliás, você sabia que a primeira vez em que o evento aconteceu no Brasil os descontos foram praticados apenas no ambiente online? Isso foi em 2010. De lá para cá, tornou-se comum a prática on e offline.

Mais um pouco de história: você sabia que o nome Black Friday faz referência à crise do ouro nos Estados Unidos?

O termo foi usado pela primeira vez em 1869. Dois especuladores, Jay Gould e James Fisk, tentaram tomar o mercado do ouro na Bolsa de Nova York. O governo precisou intervir e elevou a oferta da matéria-prima ao mercado. Os preços caíram e investidores perderam fortunas.

Mas, o que de fato isso representa para o trade marketing das empresas?

RELEVÂNCIA PARA VAREJO E INDÚSTRIAS

Uma das principais características do perfil de um profissional de sucesso em trade marketing é a pró-atividade.

O modelo norte-americano já foi incorporado pelo mercado brasileiro. Para a equipe de trade marketing da Sony PlayStation, é a principal data do ano. Leonardo Zuppiroli, head de trade marketing da Sony PlayStation, destaca que o movimento é liderado pelo varejo e que as indústrias precisam acompanhar e suportar esse período, tanto que já entrou até no calendário promocional da empresa.

[blockquote align=”none” author=”Leonardo ZuppiroliGerente de Trade Marketing na Sony PlayStation Brasil”]O varejo tenta, sempre que possível, equalizar as ofertas online e offline. O Trade precisa ter uma execução muito forte no retail físico, mas sempre monitorando as ações online para não perder competitividade em preço[/blockquote]

O foco deste ano foi a venda do Bundle PlayStation 4 do modelo novo (Slim) com o Uncharted 4, e também na promoção dos principais títulos exclusivos.

[blockquote align=”none” author=”Leonardo ZuppiroliGerente de Trade Marketing na Sony PlayStation Brasil”]Há um aumento significativo das vendas no período, mas a comparação mais justa seria contra o mesmo período do ano anterior. No mercado de games também há uma peculiaridade, pois precisamos considerar se há um lançamento no período ou não. O mercado de games não é sazonal apenas pelos períodos promocionais, mas também pelo calendário de lançamentos.[/blockquote]

Na Multilaser, um dos maiores players do segmento de eletrônicos e de suprimentos de informática nacional, o planejamento é um pouco diferente. A data é prevista no calendário, mas as definições e detalhamentos estratégicos acontecem no mês de agosto. De acordo com a gerente de merchandising da Multilaser, Raquel Soler, só é possível ter precisão nas estratégias quando o varejo começa a se movimentar.

[blockquote align=”none” author=”Raquel SolerGerente de Merchandising na Multilaser”]O comportamento do shopper é bem diferente nos ambientes online e offline. Já prevemos e negociamos os descontos na negociação do sell-in com os nossos clientes. O custo no online é bem mais baixo e por isso conseguimos trabalhar um desconto melhor[/blockquote]

Isso faz com que os planejamentos aconteçam de forma diferente nos ambientes virtual e físico. Ela relata que o faturamento aumenta, em média, 20% nessa época.

EXPECTATIVA X REALIDADE OU EXPECTATIVA = REALIDADE 

A aposta parece ter sido certeira e o cenário de crise na economia nacional pode ter contribuído para o sucesso das vendas em 2016. Um levantamento feito pelo Google entrevistou 800 brasileiros, com idades entre 18 e 54 anos.

As respostas demonstram que as compras via web tiveram crescimento significativo. Atualmente, o País possui 40 milhões de consumidores online, o que representa 64% do total. Em 2012, eles eram apenas 22%.

Preço (42%), possibilidades de parcelamento (21%) e custo do frete (17%) são os fatores mais considerados na decisão da compra.

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