Resultados do varejo dependem de inovação e valorização do shopper

Criado em 13 de janeiro min(s) de leitura

Última atualização em: 24 de janeiro de 2023, às 7:46 pm

Os anúncios da Amazon chamaram a atenção dos profissionais ligados ao varejo e ao trade no fim de 2016.

Diante disso, fica a pergunta: o que o consumidor espera do ponto de venda de agora em diante?

A história da Amazon não é novidade para ninguém. Eles começaram no ambiente virtual e, recentemente, inauguraram a primeira loja física nos Estados Unidos. Agora, o novo formato anunciado pela rede promete inovar o atendimento no PDV.

Simplicidade e otimização do tempo. Essa é a proposta da Amazon Go, uma loja totalmente automatizada.

Você é identificado na entrada pelo smartphone. Em seguida, escolhe os produtos nas prateleiras, sai do estabelecimento e paga a conta cobrada no cartão posteriormente. Acho difícil que você ainda não tenha visto o vídeo de divulgação, que já tem mais de sete milhões de visualizações no Youtube.

É UMA REVOLUÇÃO DO VAREJO OU DO SHOPPER?

Eu diria que essa é mais uma tendência criada pelo comportamento do shopper. Talvez esse tipo de configuração do atendimento demore um pouco mais para ser praticado no Brasil, mas é fato que os clientes esperam perder cada vez menos tempo no ponto de venda.

Ninguém melhor que o Caio Camargo, um dos profissionais que mais entende de varejo no Brasil, para comprovar que é preciso inovar. Assista ao depoimento dele durante o AEx 2016 (em 2020, o maior evento de trade marketing da América Latina passou a se chamar Involves Experience)

DINÂMICA DE PRODUTO E DIFERENCIAL NO MIX

A previsão para 2017 é otimista. De acordo com o economista Ricardo Amorim em matéria publicada no portal Supermercado Moderno, as projeções para a economia são de melhora. O varejo alimentar será o primeiro segmento a se recuperar.

Indústrias e distribuidores precisam estar atentos a essas mudanças. É preciso garantir o básico. Romano Pansera, presidente do POPAI Brasil, também foi palestrante do evento e explicou como o mercado deve estar preparado nos bastidores para que a venda seja efetivada.

E, para concluir, voltando ao assunto dos formatos, a tendência ainda aponta para a valorização do mercado de vizinhança e para a proposta de “vender por menos”. A rede Walmart, por exemplo, enfrenta o desafio de reverter os resultados negativos dos hipermercados da rede. Segundo o Núcleo de Varejo da ESPM, o grupo está passando por um processo de reestruturação.

É o momento de ação do trade marketing no varejo:

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